O estado de São Paulo tem um dia dedicado ao softbol no calendário — 24 de setembro.
A data homenageia a fundação da Federação Paulista de Beisebol e Softbol, que aconteceu em 1946.
Foi oficializada primeiro na capital, em 2006, e três anos depois virou lei estadual.
Rápido, né?
Quem puxou a iniciativa foi um jornalista, Olimpio de Sá Silva, da "Gazeta Esportiva".
Mas ele não fez isso sozinho — juntou mais 28 signatários de agremiações de cidades como Jundiaí, Marília, Presidente Prudente, Registro, São Paulo e Santo André.
O objetivo era direto: adaptar o baseball para ginásios cobertos.
Isso era o softbol.
A modalidade tinha surgido em 1887 pelas mãos do repórter estadunidense George Hancock, que queria preencher aquele vazio entre a temporada de futebol americano e a de beisebol no inverno dos Estados Unidos.
As regras são quase idênticas, mas o nome já entrega uma diferença — soft significa "leve" em inglês.
O que muda, na prática, fica nos detalhes:
Tem também variações menos expressivas no roubo de bases e na mecânica das substituições.
Por isso dá pra chamar as duas de modalidades irmãs sem exagero nenhum.
Em competições de alto nível, o softbol é majoritariamente praticado por equipes femininas.
E a meta? A mesma do beisebol: fazer o maior número de "corridas" — os pontos — e vencer a partida.
Confira o calendário de feriados nas maiores cidades do Brasil: