Dez de julho. Essa é a data que o Brasil escolheu pra celebrar a pizza — e honestamente, pouca gente precisa de um motivo oficial pra isso.
Um disco de massa coberto com molho de tomate, queijo, carnes, ervas — e por aqui, até versões doces. Simples assim.
Mas essa simplicidade conquistou o mundo inteiro, e no Brasil virou praticamente uma instituição.
A comemoração é óbvia: todo mundo celebra do jeito mais honesto possível, comendo muitas fatias. Eu incluso — sem a menor culpa.
A pizza é um prato típico da gastronomia italiana, todo mundo sabe. Porém, muitos historiadores discordam dessa versão.
Há evidências de que egípcios, hebreus e até chineses já faziam algo parecido muito antes dos italianos.
Hebreus e egípcios já produziam, há mais de seis mil anos, pães com uma base que lembra a receita da pizza que conhecemos hoje.
Ou seja, a Itália pode ter aperfeiçoado — mas não inventou.
E por falar em Itália: em Nápoles está a primeira pizzaria do mundo. A Antica Pizzeria Port'Alba tem registro de 1738.
Quase trezentos anos de forno ligado. Imagina a conta de gás.
São Paulo carrega o título de capital nacional da pizza. E não é exagero — a cidade respira pizza.
A forte imigração italiana fez a cultura da massa e do forno se enraizar de um jeito que não tem igual no país.
Na data, as pizzarias fazem festivais, promoções e descontos pra atrair os clientes.
É praticamente um feriado gastronômico (e deveria ser oficial, na minha opinião).
O Dia da Pizza foi instituído pelo então secretário de turismo Caio Luís de Carvalho, em 1985.
Tudo começou com um concurso estadual em São Paulo que elegeria as 10 melhores receitas de muçarela e margherita.
O evento bombou tanto que o secretário decidiu transformar a data de encerramento — 10 de julho — em dia oficial de comemoração.
Por isso julho virou sinônimo de pizza no Brasil.
E você, qual é a sua? Manda pra gente nos comentários.
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