Você sabia que tudo começou numa sala da Sorbonne, em Paris?
Era 23 de junho de 1894, e representantes de 13 países se reuniram para criar o que viria a ser o Comitê Olímpico Internacional — o COI.
A iniciativa partiu do barão Pierre de Coubertin, político, pedagogo e historiador francês, e o primeiro presidente foi o empresário grego Demetrios Vikelas.
Dois anos depois, em 1896, Atenas recebeu os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna.
O esporte voltava ao centro do mundo.
Por isso, todo 23 de junho se comemora o Dia Olímpico Mundial.
A data foi instituída em 1948 pelo Movimento Olímpico e, no Brasil, está oficializada como "Dia do Desporto" — no Rio de Janeiro, especificamente, como "Dia Olímpico".
O que começou como evento esportivo ganhou outra dimensão.
Ou seja, os Comitês Olímpicos Nacionais (NOCs) de vários países passaram a organizar atividades culturais e educacionais — não só competições.
A estrutura se apoia em três pilares: "mover", "aprender" e "descobrir".
Alguns países colocaram a data no currículo escolar.
Outros trouxeram concertos e exposições para a celebração.
Crianças e jovens passaram a encontrar atletas de alto nível de perto — e até sites foram criados para ajudar qualquer pessoa a descobrir programas esportivos no seu bairro.
A ideia é simples: tornar o esporte acessível.
Mas afinal, o que é o COI na prática?
Uma organização não governamental, sem fins lucrativos, com sede em Lausanne, na Suíça.
Conta com 100 membros ativos, 32 honorários e um membro de honra.
É, basicamente, a autoridade suprema do movimento olímpico moderno no mundo.
O COI organiza os Jogos Olímpicos e os Jogos Olímpicos da Juventude — realizados a cada quatro anos, no verão e no inverno.
A missão? Promover o espírito olímpico e liderar o Movimento Olímpico.
Parece simples, mas o desafio é enorme.
Na prática, o papel do COI vai muito além de organizar os Jogos.
A lista é extensa — e vale conhecer:
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