Dia 30 de outubro.
Essa é a data que a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) escolheu pra colocar o reumatismo em pauta — o chamado Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo.
Em Goiás, a coisa foi além: virou lei estadual, oficializada como "Dia Estadual de Conscientização das Doenças Reumáticas".
Mas qual o objetivo real por trás dessa data?
Simples: esclarecer a população sobre um grupo de doenças que a maioria das pessoas nem faz ideia do tamanho — e do impacto que têm na vida de milhões de brasileiros.
Estamos falando de mais de 100 tipos diferentes de doenças reumáticas.
Não é pouca coisa.
Por que 30 de outubro e não outra data qualquer? Boa pergunta.
Eu mesmo já pesquisei bastante sobre isso, mas não encontrei uma explicação clara pra essa escolha.
Se fosse pra homenagear a própria SBR, o dia 15 de julho faria mais sentido — foi exatamente em 15 de julho de 1949 que a entidade foi fundada no Rio de Janeiro.
A SBR é uma associação civil científica, sem fins lucrativos, que nasceu do esforço de médicos como Herrera Ramos, Waldemar Bianchi, Pedro Nava, Israel Bonomo e Décio Olinto.
De lá pra cá, ela se tornou referência no desenvolvimento da reumatologia no Brasil — e conquistou um papel relevante no cenário internacional, especialmente na América Latina.
Ou seja, não é uma entidade qualquer.
E quando eu digo que são mais de 100 doenças, não é exagero.
Olha só alguns exemplos:
E acredite: a lista não para aí.
Essas são apenas algumas das mais conhecidas.
Nenhuma dessas doenças tem cura. Nenhuma.
E é exatamente por isso que o diagnóstico precoce muda tudo.
Dor nas juntas, inchaço, vermelhidão — qualquer um desses sinais já é motivo pra procurar um reumatologista.
Quando o tratamento não começa cedo e do jeito certo, as doenças reumáticas podem causar deformidades, degenerações e deficiências irreversíveis.
O corpo não espera — e a doença, muito menos. Se você sente algo, procure um especialista. Não deixe pra depois.
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