A Assembleia Geral da ONU oficializou a celebração na Resolução 35/70, em dezembro de 1980.
Mas a coisa já existia antes — tinha sido criada pela 20ª sessão da Conferência da FAO. Ou seja, a ONU só carimbou o que já estava rolando.
No Brasil, a data ganhou o nome de Dia Nacional da Alimentação.
A FAO, aliás, nem sempre funcionou onde funciona hoje. Começou em Quebec, mas em 1951 mudou de endereço para Roma.
O governo italiano bancou a jogada — investiu quatro milhões de dólares na construção da nova sede.
Em 2000, a organização já contava com 181 membros: 180 países mais a União Europeia.
O objetivo principal é aumentar a capacidade da comunidade internacional de promover segurança alimentar e nutricional. Parece genérico, eu sei.
Mas na prática se traduz em programas bem concretos.
A FAO trabalha para melhorar a eficiência na produção, elaboração, comercialização e distribuição de alimentos e produtos agropecuários.
Porém não para por aí — desenvolve também projetos voltados à redução da pobreza rural e ao crescimento econômico global.
Preparar nações em desenvolvimento para emergências alimentares faz parte da missão.
E quando a crise aperta, a organização vai além e presta socorro direto a populações que enfrentam fome.
Se você acha que a FAO só cuida de comida, se enganou.
A organização promove investimentos, conhecimento e informação em agricultura e áreas relacionadas.
Contribui para o aperfeiçoamento da produção agrícola e da criação de gado, transferindo tecnologia para países em desenvolvimento.
Fomenta a conservação dos recursos naturais, estimula o desenvolvimento da pesca e da piscicultura, protege ecossistemas florestais e apoia fontes de energia renováveis.
Na prática, o dia a dia da FAO passa por:
Confira o calendário de feriados nas maiores cidades do Brasil: