Você sabia que o dia 26 de julho tem um significado especial que quase ninguém conhece?
É o Dia do Detetive Particular, uma data comemorativa reconhecida oficialmente nos estados do Rio de Janeiro (Lei Nº 920 de 1985 e Lei Nº 5.645 de 2010) e São Paulo (Lei Nº 9.369 de 1996).
A história começa em 1985, com uma lei municipal de São Paulo.
O objetivo? Marcar a fundação daquela que é considerada a primeira associação de detetives particulares do Brasil.
Pelo menos é o que consta na justificativa do Projeto de Lei Nº 125 de 1984, apresentado na Câmara de Vereadores da capital paulista.
Segundo essa justificativa, a entidade teria sido constituída em 26 de julho de 1971, no antigo Estado da Guanabara — o atual Rio de Janeiro.
Mas tem um problema: ninguém conseguiu confirmar isso. Mesmo com pesquisas sobre o tema, a informação segue sem comprovação.
Além disso, até hoje não se encontrou qualquer relação dessa entidade com a Associação Profissional dos Detetives do Estado da Guanabara, hoje conhecida como ADEPERJ (Associação dos Detetives Profissionais do Estado do Rio de Janeiro).
Mas afinal, o que faz um detetive?
A palavra vem do inglês detective e se refere ao profissional que detecta um fato, investiga, desvenda suas circunstâncias e identifica as pessoas envolvidas.
No contexto policial, o termo se refere a quem investiga fatos e seus desdobramentos.
Já na ficção — pense em Sherlock Holmes ou nos filmes de mistério — detetive é basicamente qualquer pessoa que resolve crimes.
Na prática, um detetive é um investigador — simples assim.
Pode atuar dentro da polícia ou de forma autônoma, como particular.
No caso dos autônomos, é preciso ter licenciamento para exercer a profissão, ou seja, não é qualquer um que pode sair por aí investigando.
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